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SÃO VALENTIM REALIZA REUNIÃO PARA DEFINIR PLANO DE AÇÃO DIANTE DA NOVA REFORMA TRIBUTÁRIA

Na manhã do dia 26 de novembro, a administração municipal de São Valentim promoveu um importante no Centro Administrativo, reunindo gestores públicos, equipe técnica e setor tributário para debater e estruturar o Plano Municipal de Ação diante da Nova Reforma Tributária, que entrará em vigor gradualmente nos próximos anos.

O encontro teve como objetivo antecipar impactos, alinhar estratégias e fortalecer a gestão administrativa tributária do município. A reunião contou com a participação do assessor e professor universitário Daniel Imlau, especialista na área contábil, fiscal e tributária, que conduziu parte das reflexões e análises.

Um dos principais pontos da pauta foi a apresentação do diagnóstico financeiro dos últimos sete anos, demonstrando como a arrecadação municipal se comportou nesse período. O estudo permitiu identificar tendências, oscilações e vulnerabilidades da receita local.

Com base nesses dados, os gestores puderam projetar cenários futuros, considerando os possíveis impactos da Nova Reforma Tributária — tanto no curto quanto no longo prazo.

.Após a análise técnica, foram elencadas diversas ações estratégicas para compor o Plano Municipal de Gestão Tributária, incluindo medidas de modernização administrativa, revisão de processos internos e melhoria da eficiência fiscal.

Também foi formalizada a criação de um Grupo Municipal de Gestores Tributários, que terá a função de acompanhar a regulamentação, interpretar as mudanças, orientar os setores envolvidos e alinhar práticas com estados, União e demais municípios.

Durante a reunião, diversas questões foram levantadas com o professor Daniel Imlau, buscando esclarecer dúvidas e orientar a preparação do município. Entre elas:

  • Estamos preparados para a Reforma Tributária?
  • Quais são as principais mudanças que irão impactar os municípios?
  • De que forma a arrecadação municipal será afetada?
  • Quais impactos imediatos podem ser sentidos nos primeiros anos de transição?
  • Qual a projeção de impacto financeiro a médio e longo prazo?
  • Há risco de perda de arrecadação?
  • Existem oportunidades de ganho ou melhoria na gestão tributária?
  • Quais são os maiores riscos para os municípios durante a fase de transição?
  • Onde os municípios de pequeno porte precisam melhorar para enfrentar essa mudança?
  • Quais erros precisam ser evitados pelos gestores municipais?
  • Como garantir estabilidade na arrecadação durante o período de adaptação?
  • Existe diálogo com outros municípios, associações, consórcios ou órgãos estaduais para alinhamento?
  • Quais desafios ainda pendentes no âmbito federal e estadual podem influenciar a plena implementação da reforma?
  • O que a população e os contribuintes devem esperar dessa transformação?
  • E quanto à fiscalização e ao compartilhamento de informações entre Estado, União e municípios — o que muda daqui para frente?

O município de São Valentim reforça que o processo de adaptação à reforma será construído de forma técnica, transparente e participativa, buscando garantir segurança jurídica, estabilidade na arrecadação e melhoria dos serviços públicos.

A administração municipal também destacou a importância da integração regional, com diálogo contínuo entre prefeituras, associações, consórcios e órgãos estaduais, para que todos os municípios possam superar os desafios da transição.

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